O primeiro movimento do Internacional com bola em Abu Dhabi foi marcado pela desorganização. Assim como as recentes ações do time gaúcho rumo aos Emirados Árabes. O técnico Celso Roth chegou a reclamar da ausência de materiais para o começo do treino em um gramado que fica cerca a 15 minutos do hotel vermelho.
“Como ele pode se perder aqui?”, indagava Celso Roth, com os braços abertos na margem do campo, virado para os membros da logística do Inter, que tentavam se explicar. Alguns minutos depois finalmente chegava uma van com os massagistas e as malas contendo ataduras, água e coletes. "Isso não pode acontecer, não", alegava o técnico.
Antes disso, os jogadores atenderem aos repórteres em um projeto de zona mista, com divisória somente de um lado, mas tempo limite para questionamentos de 15 minutos. Além dos brasileiros, japoneses também seguiram o Internacional em seu primeiro treinamento.
Logo depois, os atletas já se reuniam no gramado tendo os primeiros contatos com bola. A atividade não foi longa, muito em virtude do cansaço pela viagem de 22 horas de Porto Alegre, com uma escala na Nigéria, até Abu Dhabi.
Nesta sexta-feira, Celso Roth vai antecipar o treino. Assim, o comandante poderá ver de perto do confronto de Pachuca e Mazembe, onde será definido seu adversário de semifinal. O primeiro trabalho coletivo em solo árabe deve ocorrer somente no sábado.
Roth não tem dúvidas no time, muito menos esquema para ser definido. O que o treinador irá priorizar antes da estreia, em 14 de dezembro, é a conclusão e marcação pressão, adiantando os jogadores para o campo do adversário.
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