As informações sobre o caso Ronaldinho Gaúcho que os próprios dirigentes do Grêmio vêm se contradizendo sobre as negociações para repatriar o craque do Milan. No entanto, a direção segue à espera da liberação pelo clube italiano e não teme concorrência com os brasileiros.
“Estamos acertados com o Ronaldinho através do Assis, que o representa. Isso se deve a motivação do Ronaldinho, que tem vontade de vir para o Brasil, e o time que ele quer é o Grêmio”, afirmou nesta quinta o presidente do Grêmio, Paulo Odone.
Dentro do Grêmio, existe a certeza de que, se Ronaldinho volta ao Brasil, não escolheria outro lugar para jogar se não o clube que o revelou para o futebol e de onde saiu em 2001. Mesmo que Flamengo ou Palmeiras tenham propostas financeiras mais fortes, isso não preocupa o Grêmio.
“Minha preocupação não é o Flamengo ou o Palmeiras, que podem ter construído situação financeira maior, porque o que importa para o Ronaldinho é voltar para o Grêmio, voltar para a Seleção Brasileira e morar em Porto Alegre”, disse Paulo Odone, em entrevista à Rádio Gaúcha.
Apesar do otimismo do presidente, dentro da direção há quem peça cautela. O vice de futebol, Antônio Vicente Martins, não dá como certo o acordo entre Grêmio e Ronaldinho, e ainda espera a liberação do Milan.
“É preciso ter cautela. Ainda não finalizamos o processo de negociação com o atleta. E depois disso, iremos finalizar com o Milan. Estamos otimistas, mas ainda não está fechado. Precisamos ter tudo acertado no papel com o jogador, para depois podermos negociar com o Milan”, destacou Martins.
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